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TECNOLOGIA : ESSA GERAÇÃO AUTODIDATA DÁ UM BAILE NA GENTE,NÃO É ?

Essa geração autodidata dá um baile na gente, não é?

Tecnologia

Essa geração autodidata dá um baile na gente, não é?


Novas tecnologias permitem a crianças e adolescentes aprenderem habilidades sozinhas. Você está pronta para acompanhar seu filho?


Eles passam um tempão na frente de uma tela, seja da televisão, do smartphone, do computador, do tablet... De repente, surpreendem com um truque novo!

Essa geração de autodidatas, que vê a internet como uma ferramenta mágica para adquirirem conhecimento (que seria de difícil acesso em outras épocas, diga-se), só cresce.
Isso acontece com frequência na casa de Luca Ceneviva (foto acima). O garoto de 6 anos corre para o computador sempre que quer aprender algo novo.
Apaixonado por jogos virtuais, sempre apela para a internet para buscar dicas de como pular fases.
“Gosto ainda de ver os vídeos que ensinam a jogar carta e a montar Legos. Também procuro letras das músicas que escuto nas aulas de inglês da escola para treinar em casa”, conta. Giovanna, mãe de Luca, lembra que o garoto tem apenas uma hora por dia para fazer atividades usando a internet.
Já Vinícius, 13 anos, aproveita os finais de semana para andar de skate com o pai. Embora Márcio Munhos tenha ensinado diversas manobras ao filho, os dois dividem a paixão por deixar o passeio sempre mais radical. “Assisto a vários vídeos de manobras de skate. O bom é que dá para ver várias vezes”, afirma Vinícius.
Antes mesmo de começar a frequentar a escola, Arthur Ramos (foto abaixo) já usava a internet para entender melhor sua calopsita de estimação. Foi ele quem explicou à mãe por que o pássaro não cantava.

“Ela era fêmea. Apenas os machos cantam. Descobri isso e muitas outras curiosidades vendo vídeos na internet”, afirma o garoto de 6 anos.
Além da diversão, essas crianças também encontram na rede uma forma de melhorarem seu desempenho na escola. “Quando não sei fazer algum desenho que preciso nas lições de casa, gosto de olhar as figuras no Google. Assim, consigo desenhar melhor”, diz Luca.
Para Vinícius, a internet ajuda bastante a reforçar alguns pontos novos aprendidos na escola. “Consulto vários sites para tirar dúvidas de matérias escolares”, afirma o estudante.
Palavra de especialista
Será que essas atividades são tão lúdicas quanto as formas tradicionais de aprendizado?
Os especialistas são enfáticos ao afirmar os prós em deixar as crianças desbravarem o mundo via internet.
“A rede não deve ser vista pelos pais como um inimigo à educação de seus filhos e, sim, como uma aliada. Existem alguns sites interessantes e que ajudam bastante na aprendizagem da criança. As páginas online estimulam o raciocínio lógico, a rapidez nas decisões, ensinam idiomas e enriquecem o vocabulário dos pequenos”, afirma a pediatra Cristiana Meirelles.
No entanto, a psicóloga Daniella Marques destaca que é necessário impor disciplina ao uso da rede, especialmente pelos conteúdos inadequados para a idade, que podem ser facilmente acessados.
Daniella ainda sugere que existam regras para o uso de objetos eletrônicos e que elas sejam respeitadas por toda a família. “É indicado que haja a definição de horários e dias da semana, porém, os pais devem sempre lembrar que, para que a regra seja assertiva, todos da família devem cumpri-la”, afirma.
O importante, de acordo com Heloísa Capelas, terapeuta familiar do Centro Hoffman, é a atenção dos responsáveis na rotina dos filhos, fator determinante para saber dosar o tempo que as crianças podem passar usando a internet. Ela também aconselha não deixar de estimular outras atividades.
“Incentive também ações que explorem a criatividade com brincadeiras que envolvam o corpo, a parte física, também importante para o crescimento saudável e que ajudam na criatividade e em outras habilidades”, ressalta.
A terapeuta destaca que é sempre válido deixar as crianças aprenderem coisas novas por conta própria, independente do meio. “O caminho do faça e caminhe você mesmo é fundamental para o ser humano evoluir e obter autovalor”, afirma.
Mas se você não está preparada para acompanhar esse comportamento dos filhos, uma dica: “Pode ser que nem sempre consiga acertar logo de cara, mas reconhecer e continuar firme é imprescindível. Se interesse por seu filho e pela rotina de vida dele – no mundo real e no virtual. Participe, dedique a ele a maior ‘qualidade do seu tempo’”, finaliza Heloísa.
(Fotos: Arquivos pessoais)

Fonte:http://disneybabble.uol.com.br/br/tecnologia/essa-geracao-autodidata-da-um-baile-na-gente-nao-e

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