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A IMPORTÂNCIA DO EXEMPLO NA EDUCAÇÃO DIGITAL

A importância do exemplo na educação digital
Saber disso todo mundo sabe, difícil é colocar em prática, não é mesmo?
Outro dia uma situação comum do dia a dia me deu um ‘clique’: nossa filha menor, de dois anos, brincando com um telefone (de brinquedo) fez que estava discando e engatou uma conversa com a ‘Internet’.
“- Oi Internet, você está aí? Ah, que bom que você voltou! Beijo, tchau”.
Demos muita risada, mas depois paramos para pensar que para ela a Internet é uma pessoa importante, que quando some, sente-se bastante falta em casa. Se fala nela várias vezes. Ok, culpa das concessionárias de serviço, mas gerou um certo desconforto.
Educação digital requer cuidados. Tem aspectos específicos, como o controle do tempo de tela , mas o exemplo é muito importante. Se a gente quer que o filho coma bem, deve comer melhor para dar o exemplo, não é assim?
Acho que cabe a nós fazer um pouco de esforço. Já falei aqui também sobre a ideia de criar um tempo sem gadgets para os filhos, porém, acho que o primeiro passo é perceber nossos comportamentos. Algumas coisas estão tão no piloto automático que é difícil perceber. Às vezes é até preciso um olhar de fora.
Seja de dentro ou de fora, um olhar para essas situações cai bem. Acho que pode mudar positivamente várias dinâmicas. E ser bom para você também, por que não?
(Foto: Arquivo pessoal)

Como se livrar do hábito de estar ‘sempre ligado’

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Por Paula Rizzo 

As dificuldades e as motivações de uma mãe always on


Mas quando vejo mães do meu círculo de relações dizendo, entre outras coisas, que no Dia das Crianças não iriam ler o feed do Facebook no celular na presença das crianças, penso que estamos mesmo perdendo o controle.
Ouço isso e penso mais. Faço igual. Pelas crianças, meu desejo é o de rever meus hábitos do dia a dia mesmo (não apenas no Dia das Crianças) e fazer estas coisas o mais longe do radar delas possível. Nada de celular na mesa e nas atividades de lazer em família. Afinal, não há nada como ensinar pelo exemplo. Me dá aflição todas as vezes que a minha filha menor pega no celular e aperta o botão para ligar ou faz gestos que eu usualmente faço.
Eu sou do tipo always on. Tenho uma rotina flexível e, para isso, dependo demais da tecnologia. Mesmo nas férias, hotel tem que ter Wi-Fi. E bom. Por contingência, este ano até fiz minhas férias detox de tecnologia, como relatei aqui em outro post. Mas, na vida real, a natureza do meu trabalho e a curiosidade que me acompanha, faz com que eu cheque e-mails no final de semana quase na mesma frequência que nos dias úteis, e com que leia meus feeds, seja sábado ou domingo. Isso é bom ? Confesso que não acho, mas tenho dificuldade em mudar.
Talvez esta mudança pelas crianças seja necessária e boa. Li outro dia sobre um norte-americano, que tendo se visto dependente do seu iPhone, criou um app para monitorar seu tempo com ele. A ideia é boa, mas novamente entra no rol das ideias boas. Das listas inteligentes.
Acho que começando de alguma forma, chegamos lá. Do meu lado, priorizar o contato mais intenso com as crianças offline pode ser uma boa. Smartphone na bolsa e não na mão, melhor ainda. Vamos ver no que dá!
(Foto: Arquivo pessoal)

Fonte:http://disneybabble.uol.com.br/br/rede-babble/comportamento/

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