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QUANDO INICIAR A VIDA SEXUAL ?







Iniciar a vida sexual é uma escolha. Uma escolha que é individual e que deve ser pensada e tomada com maturidade, sejam meninos ou meninas.
Primeiro que tudo é necessário entender que não existe uma idade certa para se ter sexo. Não existe a idade correta para se perder a virgindade. tudo depende de cada indivíduo.
Se tiver dúvidas e muitas questões talvez seja melhor parar para pensar. Também não existe o local indicado ou aconselhado. Tudo depende de você. O teu desejo, segurança, sentimentos. Principalmente a tua maturidade física e afetiva, assim como responsabilidade.
Não deve senti-se pressionada a fazer sexo, ou o tipo de sexo que te é proposto. Deves sentir-se preparada e pedir a outra pessoa para esperar, se não estiver. Se o teu namorado não quer esperar é porque não gosta  tanto assim de  você. Se ele se preocupa realmente com o teu bem estar, ele vai esperar.
São muitas as dúvidas e expectativas relacionadas com a primeira vez em que se está numa situação de grande intimidade com outra pessoa. Especialmente a primeira relação sexual com penetração.
Os jovens podem sentir-se pressionados para ter relações sexuais. Muitas vezes porque os seus colegas e amigos dizem que já tiveram relações sexuais e falam das suas conquistas. Que podem ser perfeitamente invenção deles.
O mais importante é que seja o momento certo para você. Não fazer não significa que não se é crescido o suficiente. Significa o contrário: que é uma pessoa independente, que sabe pensar por si própria e escolher o momento ideal.
A primeira vez da mulher pode ser especialmente estressante, envolvendo muita ansiedade, tensão e dúvidas. Sobretudo em relação à perda de sangue e da dor.
Portanto, é importante que a relação se inicie com a partilha de carícias e das sensações daí resultantes, muito eficazes para aliviar essas tensões.
A primeira relação sexual não implica necessariamente em dor. Existem muitos mitos acerca do rompimento do hímen e da penetração, na primeira vez feminina. Relata o site Mulher.
A ansiedade e o medo podem fazer com que não lubriques e os músculos da vagina fiquem mais contraídos, provocando dor e não permitindo a penetração. Assim, é importante a troca de carícias, que ajuda a relaxar os músculos pélvicos e facilita a penetração, provocando menos dor e desconforto.
Quando um casal se sente preparado para ter uma relação sexual, quando ambos sentem que é o momento certo e se sentem confortáveis, basta relaxar e desfrutar da intimidade a dois. É importante falar sobre o que gostam o que não gostam, sobre os seus desejos e ansiedades, ainda antes de iniciarem as atividades sexuais.
Em qualquer relação sexual, use sempre proteção! De preferência ao preservativo. É a tua responsabilidade, perante ti, especialmente. Nunca deixes essa responsabilidade nas mãos da outra pessoa!
Se a outra pessoa não quiser utilizar proteção, então deverás considerar se deves mesmo ter sexo com essa pessoa, porque há um grande risco de te ser transmitida uma infecção ou doença sexualmente transmissível.
É normal ter medo de fazer coisas que não se fez antes. O que é importante é conversar sobre esses medos com alguém.
Podes falar com alguém especialista, ou mesmo um professor, um amigo ou familiar mais velho, ou a própria pessoa com quem vai ter relações.
Relaxe, aproveite e boa sorte !

    

  Uma das questões que mais pais de

 adolescentes é a gravidez precoce. Essa preocupação é compreensível sob todos os pontos de vista: o organismo da jovem não está pronto para a maternidade, que também não está amadurecido psicologicamente para assumir uma responsabilidade desse porte. Além disso, ela não é financeiramente autônoma, não tem profissão e nem ao menos completou seus estudos. Geralmente não tem um relacionamento afetivo estável, não consegue manter sozinha uma vida organizada e pela própria situação criada, percebe-se que não sabe se cuidar, colocando a própria vida em risco por não ser precavida.
Calcula-se hoje que cerca de 20% da população brasileira seja de adolescentes (jovens entre 10 a 19 anos), e que nesta faixa etária a incidência da gravidez esteja entre 14 e 22%,o que é um número preocupante
Mas, se a nossa adolescente está grávida, agora é a vez dos adultos da família tomarem as medidas para que os problemas não piorem, não se tornem ainda mais complexos e traumáticos para todos.
Convenhamos que receber a notícia, que normalmente traz tanta alegria, nesse caso surpreende e assusta, pois não raro se vê meninas de menos de quinze anos, acreditando que ter um bebê é como se vê nas novelas…e seus pais sabem que não é assim! Mas brigar, repreender, bater, expulsar de casa, está fora de cogitação: a solução é sentar, conversar e tentar saber o máximo possível para ajudar, orientar e diminuir o impacto que essa menina terá na vida a partir de agora.
A começar pelo básico: visita a um médico ginecologista é fundamental e urgente. Como foram as condições em que essa jovem engravidou devem ser examinadas, assim como suas condições de saúde para enfrentar a gestação. Por mais forte que seja e mais saudável, exames serão necessários assim como um pré natal cuidadoso. A gravidez na adolescência envolve riscos: maior incidência de anemia materna, pressão alta, parto complicado, infecção urinária, prematuridade do bebê, infecções pós-parto, etc.

Em seguida, uma conversa com a filha e se possível com o pai do bebê. Chamar os dois para suas responsabilidades em relação ao filho que vai nascer é indispensável: não cabe aos futuros avós assumirem essa maternidade/paternidade. Aliás, as duas famílias devem se conhecer e conversarem sobre os rumos que devem ser dados. De toda forma o que é básico é se lembrarem de que esta é uma situação que ocorreu por falta de responsabilidade desses jovens, falta de vivencia das conseqüências de seus atos em situações anteriores e não é interessante repetir os mesmos erros. Deixem seus filhos, tanto a jovem grávida, quanto o pai do bebê, aproveitarem dessa situação para crescerem e amadurecerem, buscando soluções de como farão para criarem seu filho. Ajudem com orientações, mas deixem que eles procurem as soluções. Em geral adolescentes estudam meio período: podem, portanto buscar trabalho de meio período e se revezar no cuidado com o filho. Essa criança precisa dos pais como todas as crianças. E precisa de avós, mas no papel de avós e não de pais “postiços”, como vemos tantos por aí. Sinalizem claramente que estão dispostos a ajudar, mas não a fazer por eles o que é de sua responsabilidade.
Um último lembrete: continuar os estudos é fundamental, mesmo porque se a jovem parar, depois que tiver o bebê será difícil retornar à escola. No Brasil, apenas 30% de adolescentes que tinham engravidado voltaram e concluíram os estudos. E dos estudos depende o futuro profissional e entre tantas responsabilidades, essa não pode nunca ser esquecida.
E que fique aqui um alerta a quem tem filhas: esclarecimento sobre sexo nunca é demais, pois o número de jovens grávidas na adolescência tem aumentado e a faixa etária das gestantes diminuído. Seja porque a mídia exagera na erotização do corpo, ou porque a atividade sexual na adolescência vem se iniciando cada vez mais precocemente, as conseqüências indesejáveis como o aumento da freqüência de doenças sexualmente transmissíveis (DST), a AIDS e a gravidez indesejada nessa faixa etária, vem crescendo e trazendo problemas muitas vezes trágicos e insolúveis
Maria Irene Maluf
Especialista em Psicopedagogia e em Educação Especial
Para maiores informações acesse: www.irenemaluf.com.br
Fonte : Blog Melhor Amiga

Quando iniciar a vida sexual?


Do ponto de vista psicologico, a partir de que idade um adolescente esta apto a iniciar sua vida sexual?


Não é possível determinar uma idade em que o adolescente esteja apto para sua primeira relação sexual.

Este momento implica em maturidade e responsabilidade - atitudes emocionais que se traduzem em ter cuidado consigo mesmo e com o outro, respeitar os próprios sentimentos e os da outra pessoa; evitar os riscos de uma gravidez não programada ou de contrair uma doença sexualmente transmissível, principalmente a AIDS.

O uso da camisinha, em qualquer circunstância, é um bom exemplo de maturidade e responsabilidade - isso serve tanto para as garotas quanto para os rapazes.

A decisão de iniciar uma vida sexual é muito particular e deve envolver uma avaliação dos motivos que levam a esta escolha. 

 FONTE : Dra.. Iracema Teixeira é psicóloga somático - transpessoal, com especialização em Sexualidade Humana e mestre em Sexologia. 

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