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Mostrando postagens de Junho, 2016

80% DOS JOVENS DE 18 ANOS TÊM MEDO DE SOFRER ABUSO SEXUAL ONLINE

Foto: Unicef/UN018674/Zehbrauskas 80% dos jovens de 18 anos têm medo de sofrer abuso sexual onlineUnicef ouviu mais de 10 mil adolescentes de 25 países; 
metade acredita que os amigos têm comportamento 
de risco enquanto usam a internet; relatório menciona 
garota brasileira vítima de bullying na rede de 
computadores.
Para 67% das meninas que participaram da 
pesquisa do Unicef, receber comentários sexuais é, 
sim, uma preocupação. 
Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.

Uma pesquisa do Fundo da ONU para a Infância, Unicef, revela que 80% dos jovens de 18 anos de idade temem sofrer abuso sexual online. Mais da metade acredita que os amigos se envolvem em comportamentos de risco quando usam a internet.
O Unicef ouviu mais de 10 mil jovens de 18 anos em 25 países. O levantamento revela perspectivas e riscos num mundo cada vez mais conectado. Mas os adolescentes confiam que têm capacidade de estarem seguros, sendo que 90% acreditam que podem evitar perigos enquanto navegam na internet.
Brasileira
O …

A IMPORTÂNCIA DO EXEMPLO NA EDUCAÇÃO DIGITAL

A importância do exemplo na educação digitalPorPaula Rizzo Não basta falar, tem que fazer!Não adianta nada falar para a criança não assistir televisão enquanto come se você faz isso. Ou que é falta de respeito não olhar quando o outro fala, quando você mesmo conversa com seu filho olhando a atualização das redes sociais no celular. Ou ainda imaginar que quando adulto seu filho não falará ao telefone quando estiver dirigindo se você mesmo faz isso o tempo todo. Saber disso todo mundo sabe, difícil é colocar em prática, não é mesmo?
Outro dia uma situação comum do dia a dia me deu um ‘clique’: nossa filha menor, de dois anos, brincando com um telefone (de brinquedo) fez que estava discando e engatou uma conversa com a ‘Internet’.
“- Oi Internet, você está aí? Ah, que bom que você voltou! Beijo, tchau”.
Demos muita risada, mas depois paramos para pensar que para ela a Internet é uma pessoa importante, que quando some, sente-se bastante falta em casa. Se fala nela várias vezes. Ok, culpa das …

VOCÊ OU O TABLET : COM QUEM SEU FILHO TEM PASSADO MAIS TEMPO

Você ou o tablet: com quem seu filho tem passado mais tempo? PorNívea Salgado
@Mildicasdemae  Antes de se culpar respondendo que é com o tablet, aprofunde-se na análise!Minha infância foi na década de 80. Há 30 anos, as famílias eram mais numerosas: quase todos os meus coleguinhas de escola tinham irmãos.

Não peguei a época das brincadeiras na rua, como a geração dos meus pais (São Paulo já não era considerada segura para isso – imaginem então nos dias de hoje), mas nos reuníamos todos os fins de semana na casa das avós para passar o dia com os primos.
Vivíamos em um mundo de crianças – papo de adulto era sério, em outro cômodo da casa, ao qual não tínhamos acesso.
Os pais chegavam mais cedo do trabalho (tinham outro tipo de cobrança – ninguém esperava que trabalhassem 12, 14 horas por dia, como em muitos empregos atuais; e não gastavam mais de 1 hora no trajeto, como é o habitual para quem mora em uma cidade grande).
Mas isso não significa que sentassem no chão para brincar com os filhos.…

25% DOS JOVENS NAMORARIAM UM ROBÔ,DIZ PESQUISA

25% dos jovens namorariam um robô, diz pesquisa
By 0

Essas pessoas dariam uns beijos em um robô - mas só se não pudessem diferenciá-lo de um ser humano.
Você consegue imaginar como será o mundo da paquera daqui a 20 anos? Pode ser que seja possível namorar robôs, mais ou menos como no filme Ela. Ou, quem sabe, dar match em alguém em um aplicativo a partir do DNA. Claro, essas são apenas fantasias (ainda...), mas, para boa parte dos jovens britânicos, essas possibilidades de amor tecnológico são animadoras.
Pode parecer piração, mas os números foram conseguidos por meio de um questionário real, promovido pela ComRes - uma empresa britânica de pesquisas sobre comunicações. As respostas serão apresentadas no evento anual FutureFest, onde a brincadeira é discutir possibilidades futurísticas que parecem ter saído direto de da ficção científica. Mil pessoas que compraram ingressos para o festival foram entrevistadas online: a ideia era entender como os britânicos i…

TECNOLOGIA : ESSA GERAÇÃO AUTODIDATA DÁ UM BAILE NA GENTE,NÃO É ?

TecnologiaEssa geração autodidata dá um baile na gente, não é?
Novas tecnologias permitem a crianças e adolescentes aprenderem habilidades sozinhas. Você está pronta para acompanhar seu filho?
Eles passam um tempão na frente de uma tela, seja da televisão, do smartphone, do computador, do tablet... De repente, surpreendem com um truque novo!

Essa geração de autodidatas, que vê a internet como uma ferramenta mágica para adquirirem conhecimento (que seria de difícil acesso em outras épocas, diga-se), só cresce.
Isso acontece com frequência na casa de Luca Ceneviva (foto acima). O garoto de 6 anos corre para o computador sempre que quer aprender algo novo.
Apaixonado por jogos virtuais, sempre apela para a internet para buscar dicas de como pular fases.
“Gosto ainda de ver os vídeos que ensinam a jogar carta e a montar Legos. Também procuro letras das músicas que escuto nas aulas de inglês da escola para treinar em casa”, conta. Giovanna, mãe de Luca, lembra que o garoto tem apenas uma hora p…

SOLIDÃO A DOIS - SOBRE UMA GERAÇÃO QUE INSISTE EM NÃO OUVIR,NÃO FALAR E NÃO APRENDER

SOLIDÃO A DOISPUBLICADO EM RECORTES POR  Sobre uma geração que insiste em não ouvir, em não  falar e em não aprender Com sorrisos cada vez mais raros e sem poder de contagiar; com impaciência ao invés de brincadeiras e um torturante silêncio onde deveriam existir palavras e palavras, cada vez mais pessoas vivenciam a solidão a dois, termo que ouvi pela primeira vez na voz de Cazuza, em “Eu queria ter uma bomba”, música do Barão Vermelho. São olhares vazios, pensamentos dispersos e uma sensação enorme de “tanto faz”. Na mesa do restaurante, o casal insiste em prestar atenção exclusivamente às telas de seus celulares; enquanto caminham, nenhuma palavra sai de seus lábios, e na despedida um beijo frio. No sexo, por não exigir diálogo, as coisas fluem um pouco melhor. Mas ainda assim é insuficiente. O relacionamento, contudo, é mantido. Talvez por conveniência ou talvez porque essa realidade basta. Existem pessoas que se contentam com o básico e outras que temem a solidão mais do q…

ENTENDENDO AS GERAÇÕES VETERANOS,BOOMERS,X E Y,E A GERAÇÃO Z

Entendendo as Gerações VETERANOS, BOOMERS, X e Y Imediatistas e irreverentes, os representantes da Geração Y chegam ao mercado de trabalho para mostrar que falta de cerimônia pode ser excesso de competênciaEstudante de marketing e estagiário da Shell há um ano e meio, o o paulistano Marco Doti, de 21 anos, se acha amigo do chefe, não adapta seu discurso para se dirigir aos superiores e é prova de que competência não depende de formalidades. ''Às vezes falo com meu chefe como falo com meus amigos. Ele não gosta muito, mas, se estou lá até hoje, acredito que ele admire outras qualidades em mim", diz. Apesar da irreverência, Doti já ganhou moral na empresa ao conseguir uma proeza: um estoque de brindes, cuja renovação da licença de uso do fornecedor custaria à Shell mais de R$ 20 mil, saiu de graça depois que o insistente estagiário propôs um acordo vantajoso para ambas as partes. "Todos diziam que eu não conseguiria. Mas agendei a reunião e intimei meu chefe a ir comigo&…